Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

The burden I carry...

E aí... quer dizer, saudações (viva Helber!), aqui depois de meses longe, mas, quem liga? Pra ser sincero voltei pq não quero deixar o blog às traças, poeira, ferrugem, frio, chuva, sol, ventania e qualquer outra coisa do tipo (não consegui achar uma palavra que se encaixasse aqui, por via das dúvidas, todas essas...). Não sei ao menos o assunto desse post, poderia falar sobre a gripe suína (nãolambaporcosbjos), crise financeira (essa já deu) ou sobre a garotinha (inha?Acho que não...*--*) do buzão mas não tenho assunto o suficiente sobre essas coisas enfim, o que sair, saiu...

Vou começar falando sobre a escola, talvez renda alguma coisa. Então, os dias “na escola” estão interessantes, confesso que esse ano estou mais empenhado nos estudos e minhas notas melhoraram significativamente, mas, confesso que estou frustrado com certos tipos de coisa que estão acontecendo ultimamente, um bom (ou mau) exemplo é a sobrecarga e a pressão em cima de mim em relação a trabalhos (emgrupo). Sim, tenho esse pequeno grande defeito de carregar tudo nas costas e acabo ficando esgotado e muitas vezes bravo. O caso é o seguinte, não aceito entregar qualquer coisa, ou algo “meia-boca” (sou chato qdo o assunto é esse), quero fazer a diferença e quase sempre, aliás, sempre, as pessoas não ligam tanto quanto eu pra esse tipo de coisa (tah, eu sei que eu to parecendo um paranóico perfeccionista, mas sei lá, vai entender). Mas o que na verdade me deixa ferrado é a hipocrisia das pessoas, eu pesquiso, faço roteiro, edito, fico até mais tarde na escola, viro a noite fazendo um trabalho (aliás, vários), entrego tudo mordido e mastigado pra pessoa fazer e no final vir querendo ter moral, velho, na real? Eu “distribui” nota, a pessoa tah reclamando e achando ruim? Faz tudo o que eu fiz sozinho (a) então pra ver se é bom...

Enfim, o caso é o seguinte, não quero carregar tudo nas costas, mas, se não faço, ninguém faz, e o pior, todos sabem que o q eu faço sai bom (longe de querer me aumentar aqui). Bem, esse assunto tah ficando chato até pra mim, foi mal de estar desabafando aqui, mas, isso é a consequência (otremacaiubjos) da falta de assunto, então, prometo que penso em um post mais interessante e até mesmo engraçado na próxima vez. Ah! Vou fazer de tudo pra q eu poste na próxima sexta (!TratoSue!)

Mais uma vez, me desculpem.
Sabia que o texto sairia porco, mas eu tinha que escrever alguma coisa aqui...

Segunda-feira, 9 de Março de 2009

What you really believe?

"The heavens declare the glory of God; the skies proclaim the work of his hands." Psaml 19.1

E se aquela certeza um dia fosse confrontada?
E se naquela convicção houvesse uma dúvida?
E se aquilo que você sempre acreditou e defendeu fosse um mito, uma simples história?
Será que aquele Deus que sempre segui realmente existe?
Qual é a prova física e racional de que Ele realmente vive?

Isso não só me deixou intrigado, mas também me deixou triste. Triste porque cheguei a duvidar daquilo que sempre acreditei piamente, não só porque acreditava, mas porque aquilo (se é que posso dizer assim), para mim, era palpável. A voz eu podia ouvir, o toque eu podia sentir, sabia que estava ao meu lado e sabia quando o entristecia ou o alegrava, somente não o via fisicamente. E mesmo podendo ouvir, tocar e sentir cheguei a duvidar, simplesmente porque nunca o vi fisicamente? E a resposta, depois de muitos pensamentos, chegou como um tiro que saiu rasgando e quebrando aquelas dúvidas. A resposta era: Fé. Seria muito fácil acreditar em um Deus que aparecesse a qualquer um a todo o momento, digo, fisicamente, se fosse assim, como demonstraríamos nossa fé, se é justamente isso que Ele quer de nós? Fé não precisa ter justificação racional, simplesmente porque é fé. É acreditar naquilo que não se pode ver.

Esse é um post que não irá interessar a todos porque a muitos a existência ou não de um Deus é dispensável e inútil. Não espero vários comentários, na verdade não espero nem que alguns leiam porque esse é um assunto polêmico e um post nada engraçado. Para muitos, ser evangélico é perder os melhores momentos da vida, é julgar os outros por serem ou fazerem coisas diferentes, viver em uma cúpula com a mente fechada e achar que tudo é o diabo.
O verdadeiro “crente” não julga as pessoas pelo o que elas sejam ou fazem, mas os recebe independente de tudo isso, não fica só fechado no seu pensamento e mundo, mas é aberto a discussões e troca de idéias sobre outros tipos de crenças sem que isso abale sua fé. Deus não quer religiosidade e sim, amor.
Perder os melhores momentos da vida é curtir sem bebidas alcoólicas? Perder os melhores momentos da vida é curtir sem drogas? Perder os melhores momentos da vida é não transar com qualquer mina que abra as pernas pra você, simplesmente para perder a virgindade? Se o pensamento é esse então eu sou o mais errado do mundo.

O intuito desse post não é mudar a sua opinião sobre a existência ou não de um Deus ou sobre a sua religião, respeito o livre-arbítrio de todos, acredito que cada um tem o direito de seguir o que deseja e o que aceita em seu coração.

Pra finalizar quero dizer que uma das melhores coisas aconteceu comigo, descobri que amo uma pessoa mais que a mim mesmo e hoje, apesar das dificuldades estou junto dela. Lilian, tudo o que estiver ao meu alcance pra que você seja a pessoa mais feliz do mundo eu farei, ao menos, tentarei. Te amo...

Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2009

Do you want S.T.A.R.S.? I’ll give you S.T.A.R.S.!

Não sei quanto aos anjos, mas é o medo que dá asas ao homem." Max Payne

Cara, depois de um mês tô aqui de novo! (aplausos, por favor?) Tá bom, podem dizer que eu sou um irresponsável... Peraí, irresponsável seria se eu não entregasse trabalhos na escola ou... Tá, eu não entrego, mas... Whatever, quem se importa? Bem, vamos ao que interessa. Na verdade venho pensando no que escrever desde o último (ou seria primeiro?) post, e várias idéias, diria, inúteis, me vieram à mente, como o porquê das bolas laranja nos fios de eletricidade, e o porquê de serem laranja? (Sim, não sei concordância e coesão, abraços.) Ou o porquê de acreditarmos nos semáforos? Cara, isso me intriga... Tá parei!

Resolvi postar sobre a volta as aulas. Concordo que isso parece meio maçante (essa é uma palavra q nunca mais irei usar, ou não) e catastrófica para alguns, mas particularmente, depois de férias completamente metódicas e desesperadoras isso foi como um escape para que eu voltasse a fazer minhas “negrices” junto de amigos hostis. Incrivelmente, nessas férias, cheguei a me esquecer de como é legal pegar ônibus lotado com motoristas marotos que tem como 1ª opção trafegar nas calçadas a fim de não serem pegos pelo trânsito (?). Tudo bem que depois de 1 semana fazendo a mesma coisa, isso se torna uma chatice causadora de stress e que com passar do tempo irá resultar na minha queda de cabelo, me tornando assim, um velho negro, careca e barrigudo (nada dramático). Será que as risadas com os amigos compensam tudo isso? Acho que sim, nada melhor do que viver o momento e principalmente se alegrar nele. Crédito especial à Ariade com certeza as melhores risadas e “negrices” acontecem junto dela. (Tá, não esqueci q ainda to te devendo o dinheiro do pastel...)

Mudando um pouco de assunto, vamos ao feriado de carnaval. Bem, na verdade nem o comemoro, acho uma perda de tempo e dinheiro, principalmente depois que descobri que o Kassab dá 400 mil reais para cada escola de samba de São Paulo, considerando que temos no mínimo 10 escolas... Bem, deixo o resultado dessa conta a serviço de vocês. Mesmo dispensando a festa, não abro mão do feriado, afinal, quem abriria?



Enfim, passei esses tão esperados dias indo à casa de parentes e vendo meus primos que há tanto tempo não encontro. Havia até me esquecido de como é incrível passar um tempo com eles, mesmo que seja jogando dominó ou pescando, melhor dizendo, vendo os outros pescarem. Realmente cansativo ir e vir da casa dos outros e parar em minha humilde residência só para dormir, porém divertido e nostálgico. Pra finalizar esse meu feriado, contemplei (seco e seguro no 3º andar do prédio em que vivo) a grande enchente que aconteceu no Córrego Aricanduva que inundou várias casas e barracos, e de repente resolvi fazer o que há muito não fazia, zerar (pra variar) Resident Evil 3: Nemesis. Jogava quando era criança (por mais estranho que pareça) e resolvi retomar esses tempos (sim, mesmo tendo PS2, ainda guardo meus jogos de PS1, ainda que alguns estejam mofados ou completamente riscados). E em 14 horas (sim estou ficando enferrujado) zerei ele completamente e aquela frase “mágica” (homenagem à Gralhi) dita pela surpreendente Jill Valentine antes de dar o tiro final em Nemesis ecoou em minha mente “Do you want S.T.A.R.S.? I’ll give you S.T.A.R.S.!”. Ela é mesmo fantástica e isso me fez lembrar muitas das frases que marcaram minha infância como “It's me!! Mario” ou “The princess is in another castle” do eterno Mario Bros. e o “Hey! Listen…” do The Legend of Zelda: OoT. Não importa a sua idade, com certeza você já ouviu uma dessas frases ou tem alguma que marcou a sua vida em alguma época. (Podem me achar um maníaco por jogos mas garanto que isso não é contagioso)

Eu sei que muitos não irão ler todo o texto, mas é isso que acontece quando alguém fica um mês sem postar e quer de uma vez jogar todos os pensamentos e acontecimentos em um único post. (Pleonasmo rulez? Yes!)

Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009

What it Means?

Primeiro post e pra ser sincero não tenho nada na cabeça que possa escrever. Bem, na verdade, nem sei o porquê de eu ter criado esse blog, talvez seja mais uma tentativa (frustrada) de me distrair um pouco em meio as tão esperadas e monótonas férias de verão.

Dormir e acordar tarde, jogar vídeo-game, assistir DVDs, tocar violão,ficar o dia inteiro na net, conferir toda a programação que passa na TV(mesmo aqueles programas em que há debates sobre como apontar um lápis ou que cueca usar), realmente é o q todos querem, ficar o dia inteiro em casa sem fazer nada, contudo, em um curto período de tempo, chega uma hora em que tudo isso se torna chato e cansativo, não vemos a hora de voltarmos a estudar, trabalhar ou fazer qualquer tipo de coisa q canse e tome a maior parte do nosso valioso (?) tempo. E quando, enfim, as férias terminam, ansiamos q elas voltem novamente. (comofas//) É. O ser humano é assim, nunca sabe o q quer e sempre está insatisfeito... (não sei pontuar,bj, obrigado)

Enfim, gostaria de começar o blog (não o post) falando um pouco de mim, apesar de não gostar e não saber me definir (?). Muitos começariam dizendo “Eu sou legal, simpático e adoro fazer amigos”. Eu, ao contrário, sou uma tentativa fracassada de guitarrista (?), sou anti-social e tímido, levo uma eternidade pra me relacionar com alguém, quase nunca estou de mau-humor, eu disse quase, nunca abro mão de uma boa risada, afinal, como diz a Suzanne, eu tenho a risada mais gostosa (?), sou gordinho e uso óculos, não me acho bonito, estou sempre com sono, enfim, com todos os defeitos e qualidades, nada teria graça se EU não fosse EU. (?)

Bem, pra finalizar, ou não, afinal, ninguém gosta de textos enormes, o porquê de “What it Means?”? Mew sei lá, eu achei legal, só por isso. :D

*Texto escrito porcamente, mas... Tah valendo... Ou não \o/