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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

The only place where you feel sheltered

Um texto sem sentido. Um texto sem nexo. Apenas um texto.

“Refuse to feel anything at all.
Refuse to slip, Refuse to fall.
You can’t be weak, you can’t stand still.
Watch your back Cause no one will.”


Hoje somos fracos, incapazes de entender nossos próprios conflitos. Sentimo-nos impotentes diante daquilo que é travado dentro de nós mesmos. Sentimentos, emoções, algo que, na nossa concepção não podemos – e nem conseguiríamos – controlar. Será que somos tão fracos ou nos fazemos fracos? Em certos momentos paramos e refletimos sobre nossas vidas e, talvez, por diversas vezes, consideramos que ali não era o lugar onde gostaríamos de estar ou sentimos que não somos quem gostaríamos. Se nos permitissem escolher teríamos feito diferente, teríamos sido diferentes. Características - que nos fazem ser como somos - que não nos agradam, mas que formam nossa personalidade e até mesmo nosso caráter. Tipo físico e aparência que, para nós, nunca estão nos conformes ou dentro do “molde social”.

Somos fracos ou nos fazemos fracos? Tememos não nos encaixar e não nos damos conta que o que – sem percebermos – nos molda e transforma são os fatores externos. Perdemos quem realmente somos, perdemos nosso “eu”, negociamos nosso valor.

Somos fracos ou nos fazemos fracos? Tememos o futuro somente por ser incerto e esquecemos que somos nós quem o fazemos. Desistimos de lutar, desistimos do presente.

Somos fracos ou nos fazemos fracos? Tememos nossos problemas e conflitos pessoais internos, mas fechados por dentro nos sentimos protegidos. Uma companhia que conhece o mais íntimo de nós. Nosso maior rival, nosso pior inimigo.

Sim, nos fazemos fracos. Tememos diante de qualquer coisa. Tememos diante de nossa auto estima. Tememos diante de nosso ego. Tememos diante da sociedade. Tememos diante do futuro. Tememos diante de nós mesmos. Tememos diante do temor. Tememos.

Sim, nos fazemos fracos quando não arranjamos forças pra seguir em frente, mesmo esta estando dentro de nós. Nos fazemos fracos quando não conseguimos reconhecer e prezar nossas qualidades por estarmos “exaltando” e - ao mesmo tempo - lutando contra os nossos defeitos. Nos fazemos fracos quando desistimos de nós mesmos sem ao menos tentar. Nos fazemos fracos quando nos rendemos diante das nossas emoções e sentimentos que, por muitas vezes, nos levam ao sofrimento.

Nos fazemos fracos quando esquecemos quem verdadeiramente somos. Nos fazemos fracos quando vendemos o nosso eu...


“Don’t believe the lies that they have told to you, not one word was true. You’re alright.
I have felt the same, as you I've felt the same.”

Simon - Lifehouse






*AWAKE AND ALIVE

Resolvi escrever alguma coisa :D

segunda-feira, 9 de março de 2009

What you really believe?

"The heavens declare the glory of God; the skies proclaim the work of his hands." Psaml 19.1

E se aquela certeza um dia fosse confrontada?
E se naquela convicção houvesse uma dúvida?
E se aquilo que você sempre acreditou e defendeu fosse um mito, uma simples história?
Será que aquele Deus que sempre segui realmente existe?
Qual é a prova física e racional de que Ele realmente vive?

Isso não só me deixou intrigado, mas também me deixou triste. Triste porque cheguei a duvidar daquilo que sempre acreditei piamente, não só porque acreditava, mas porque aquilo (se é que posso dizer assim), para mim, era palpável. A voz eu podia ouvir, o toque eu podia sentir, sabia que estava ao meu lado e sabia quando o entristecia ou o alegrava, somente não o via fisicamente. E mesmo podendo ouvir, tocar e sentir cheguei a duvidar, simplesmente porque nunca o vi fisicamente? E a resposta, depois de muitos pensamentos, chegou como um tiro que saiu rasgando e quebrando aquelas dúvidas. A resposta era: Fé. Seria muito fácil acreditar em um Deus que aparecesse a qualquer um a todo o momento, digo, fisicamente, se fosse assim, como demonstraríamos nossa fé, se é justamente isso que Ele quer de nós? Fé não precisa ter justificação racional, simplesmente porque é fé. É acreditar naquilo que não se pode ver.

Esse é um post que não irá interessar a todos porque a muitos a existência ou não de um Deus é dispensável e inútil. Não espero vários comentários, na verdade não espero nem que alguns leiam porque esse é um assunto polêmico e um post nada engraçado. Para muitos, ser evangélico é perder os melhores momentos da vida, é julgar os outros por serem ou fazerem coisas diferentes, viver em uma cúpula com a mente fechada e achar que tudo é o diabo.
O verdadeiro “crente” não julga as pessoas pelo o que elas sejam ou fazem, mas os recebe independente de tudo isso, não fica só fechado no seu pensamento e mundo, mas é aberto a discussões e troca de idéias sobre outros tipos de crenças sem que isso abale sua fé. Deus não quer religiosidade e sim, amor.
Perder os melhores momentos da vida é curtir sem bebidas alcoólicas? Perder os melhores momentos da vida é curtir sem drogas? Perder os melhores momentos da vida é não transar com qualquer mina que abra as pernas pra você, simplesmente para perder a virgindade? Se o pensamento é esse então eu sou o mais errado do mundo.

O intuito desse post não é mudar a sua opinião sobre a existência ou não de um Deus ou sobre a sua religião, respeito o livre-arbítrio de todos, acredito que cada um tem o direito de seguir o que deseja e o que aceita em seu coração.

Pra finalizar quero dizer que uma das melhores coisas aconteceu comigo, descobri que amo uma pessoa mais que a mim mesmo e hoje, apesar das dificuldades estou junto dela. Lilian, tudo o que estiver ao meu alcance pra que você seja a pessoa mais feliz do mundo eu farei, ao menos, tentarei. Te amo...